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Novidades do Ciclo 07/2010

11/maio/2010

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E agora um texto sobre um assunto tão
importante que eu resolvi postar na íntegra. Leia e pense a respeito!

"Polêmica

As sacolas de plástico devem ser substituídas?

Elas levam
300 anos para se decompor, mas há divergências sobre como lidar com
isso

Da redação
Revista da Semana –
15/10/2007

Quando surgiram, no fim da década de 1950, as
sacolas de plástico eram motivo de orgulho das redes de supermercados e
símbolo de status entre as donas-de-casa.

Em meio século,
passaram de símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente.
Celebridades como a atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje
com sacolas de pano que trazem a inscrição "I’m not a plastic bag"(Eu
não sou uma sacola de plástico),como a da foto abaixo.

[img1]O
motivo: o plástico polui – e muito. As sacolas são incapazes de se
decompor em curto prazo. Trata-se, portanto, de uma decisão lógica:
aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples.
Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como
eliminar esse problema. Conheça os argumentos de cada lado.

ACHAM
QUE SIM
As sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para
sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de
unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão
por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos
supermercados mensalmente – o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.

No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima
das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito
lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito
popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou
sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição "Eu não
sou uma sacola de plástico" viraram febre.

Em São Francisco, as
sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos
derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra
solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda
desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais.

No
Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico
oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a
decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de
degradação é até 100 vezes menor – ou seja, uma sacola leva apenas três
anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente
essas sacolas.

Muitos supermercados de Curitiba, onde se
consomem 900 milhões de sacolas por ano, aderiram à novidade por conta
própria. O Pão de Açúcar vende uma sacola feita de tecido semelhante ao
usado em fraldas descartáveis por R$ 3,99 a unidade.

A Casa
Santa Luzia, de São Paulo, oferece sacos de papel kraft, duas a três
vezes mais caros que as sacolas de plástico, informa a Gazeta
Mercantil.

Projetos de leis estaduais para substituir as sacolas
de plástico pelas oxibiodegradáveis tramitam no Rio Grande do Sul, no
Paraná e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Assembléia Legislativa
chegou a aprovar um projeto do deputado Sebastião Almeida (PT), que
tornaria obrigatório o uso dos oxibiodegradáveis.

"O ideal seria
a troca, pura e simples, do material plástico por pano ou papel. Mas
ao menos um composto oxibiodegradável poderia acelerar a decomposição
de bilhões de toneladas que ficam no ambiente à espera da degradação",
escreve Almeida em artigo na Folha de S.Paulo.

ACHAM QUE NÃO
A
indústria do plástico publicou um informe nos jornais brasileiros na
sexta-feira 5 de outubro. Diz o texto: "O plástico faz parte da vida
contemporânea, é 100% reciclável e está em milhares de produtos.

Sem
ele, não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e
de sangue para salvar vidas. O plástico tornou os automóveis mais
leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa. As
sacolas plásticas são reutilizáveis, práticas, higiênicas e têm
múltiplos usos. São particularmente importantes para 80% dos
consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus".

Os fabricantes
lançarão no dia 6 de novembro uma campanha. Eles se comprometem a
produzir sacolas mais resistentes (para evitar uso em excesso e, com
isso, reduzir o volume em 30%), estimular a utilização de sacolas
plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de educação sobre consumo
responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos
para a geração de energia.

Pode-se dizer tudo dos sacos de
plástico – menos que eles não sejam práticos. "Nunca imaginei que,
depois de adulta, voltaria a jogar Escravos de Jó (brincadeira em que
crianças passam objetos entre si) com freqüência", diz a repórter
Cristina Amorim, de O Estado de S. Paulo. Ela descreve a dificuldade em
acondicionar os produtos em sacolas de pano. As bananas não podem
ficar sobre os tomates, e por aí vai. Com a mudança, diz, há outro
problema: vão faltar sacos para descartar o lixo doméstico.

O
projeto de lei do deputado petista Sebastião Almeida, determinando o
uso de sacolas oxibiodegradáveis em São Paulo, foi vetado pelo
governador José Serra, do PSDB. Almeida diz que foi uma decisão
política. Os tucanos dão argumentos técnicos. O aditivo que faz com que o
plástico se degrade continuaria contaminando o ambiente por causa dos
catalisadores empregados, derivados de metais como níquel e manganês.

"A tecnologia permite que o plástico se esfarele em pequenas
partículas até desaparecer a olho nu, mas continua presente na
natureza", afirmou Xico Graziano, secretário estadual de Meio Ambiente, à
Folha de S.Paulo.

Nem Inglaterra nem Canadá, países que
inventaram esse aditivo oxidegradável, adotaram a tecnologia. Por que,
pergunta, o Brasil empregaria essa técnica?

Quando surgiram, no fim da década de 1950, as sacolas de
plástico eram motivo de orgulho das redes de supermercados e símbolo de
status entre as donas-de-casa.

Em meio século, passaram de
símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente. Celebridades como a
atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje com sacolas de pano
que trazem a inscrição "I’m not a plastic bag"(Eu não sou uma sacola de
plástico),como a da foto abaixo.

Fábio Mangabeira{txtalt}

"Eu não sou uma sacola de
plástico", diz a sacola de pano que é moda em Nova York

O
motivo: o plástico polui – e muito. As sacolas são incapazes de se
decompor em curto prazo. Trata-se, portanto, de uma decisão lógica:
aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples.
Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como
eliminar esse problema. Conheça os argumentos de cada lado.

ACHAM
QUE SIM
As sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para
sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de
unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão
por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos
supermercados mensalmente – o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.

No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima
das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito
lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito
popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou
sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição "Eu não
sou uma sacola de plástico" viraram febre.

Em São Francisco, as
sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos
derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra
solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda
desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais.

No
Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico
oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a
decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de
degradação é até 100 vezes menor – ou seja, uma sacola leva apenas três
anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente
essas sacolas.

Muitos supermercados de Curitiba, onde se
consomem 900 milhões de sacolas por ano, aderiram à novidade por conta
própria. O Pão de Açúcar vende uma sacola feita de tecido semelhante ao
usado em fraldas descartáveis por R$ 3,99 a unidade.

A Casa
Santa Luzia, de São Paulo, oferece sacos de papel kraft, duas a três
vezes mais caros que as sacolas de plástico, informa a Gazeta
Mercantil.

Projetos de leis estaduais para substituir as sacolas
de plástico pelas oxibiodegradáveis tramitam no Rio Grande do Sul, no
Paraná e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Assembléia Legislativa
chegou a aprovar um projeto do deputado Sebastião Almeida (PT), que
tornaria obrigatório o uso dos oxibiodegradáveis.

"O ideal seria
a troca, pura e simples, do material plástico por pano ou papel. Mas
ao menos um composto oxibiodegradável poderia acelerar a decomposição
de bilhões de toneladas que ficam no ambiente à espera da degradação",
escreve Almeida em artigo na Folha de S.Paulo.

ACHAM QUE NÃO
A
indústria do plástico publicou um informe nos jornais brasileiros na
sexta-feira 5 de outubro. Diz o texto: "O plástico faz parte da vida
contemporânea, é 100% reciclável e está em milhares de produtos.

Sem
ele, não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e
de sangue para salvar vidas. O plástico tornou os automóveis mais
leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa. As
sacolas plásticas são reutilizáveis, práticas, higiênicas e têm
múltiplos usos. São particularmente importantes para 80% dos
consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus".

Os fabricantes
lançarão no dia 6 de novembro uma campanha. Eles se comprometem a
produzir sacolas mais resistentes (para evitar uso em excesso e, com
isso, reduzir o volume em 30%), estimular a utilização de sacolas
plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de educação sobre consumo
responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos
para a geração de energia.

Pode-se dizer tudo dos sacos de
plástico – menos que eles não sejam práticos. "Nunca imaginei que,
depois de adulta, voltaria a jogar Escravos de Jó (brincadeira em que
crianças passam objetos entre si) com freqüência", diz a repórter
Cristina Amorim, de O Estado de S. Paulo. Ela descreve a dificuldade em
acondicionar os produtos em sacolas de pano. As bananas não podem
ficar sobre os tomates, e por aí vai. Com a mudança, diz, há outro
problema: vão faltar sacos para descartar o lixo doméstico.

O
projeto de lei do deputado petista Sebastião Almeida, determinando o
uso de sacolas oxibiodegradáveis em São Paulo, foi vetado pelo
governador José Serra, do PSDB. Almeida diz que foi uma decisão
política. Os tucanos dão argumentos técnicos. O aditivo que faz com que o
plástico se degrade continuaria contaminando o ambiente por causa dos
catalisadores empregados, derivados de metais como níquel e manganês.

"A tecnologia permite que o plástico se esfarele em pequenas
partículas até desaparecer a olho nu, mas continua presente na
natureza", afirmou Xico Graziano, secretário estadual de Meio Ambiente, à
Folha de S.Paulo.

Nem Inglaterra nem Canadá, países
que inventaram esse aditivo oxidegradável, adotaram a tecnologia. Por
que, pergunta, o Brasil empregaria essa técnica?"

In: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_255967.shtml

Na
dúvida…

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Agora a sacola de compras,
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Feita
com 
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Brasil.Resistência:
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A base é
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antes de tudo: ajuda a preparar a pele para as aplicações seguintes e é
um elemento importante para a hidratação e a proteção solar,
essenciais todos os dias. Confira
a entrevista com dicas e informações preciosas do maquiador Marcos
Costa.

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Todanoite ganha o Hidratante Corporal na versão 400ml e o Sabonete
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A linha trouxe de volta as 4 cores preferidas de gloss e 1 nova cor! A
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cobertura. Brilho intenso desde a primeira aplicação. Textura leve e
confortável. Pode ser usado sozinho ou sobre batom. Conteúdo:
7 ml

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POR: R$ 11,90 cada.

As últimas do
twitter
:  (SIGA-ME! http://twitter.com/CarolinaNatura)

No dia 14 de
maio
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desta grande comunidade de amantes da maquiagem!

Asssista ao vídeo
que o Blog Natura Cabelos produziu na Hair Brasil com tendências para
outono/inverno 2010. http://tinyurl.com/26v7xs6.

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